TESTEMUNHOS

Procurei o processo regressivo para entender o porquê da dificuldade de estar em um relacionamento amoroso e a aceitação da minha autoimagem. O que percebi no processo é que pouco a pouco me conectei comigo mesma em outras vidas e pude entender o sentimento de solidão e inclusive crenças que até então pensava que eram provenientes da minha ancestralidade. Hoje estou em um relacionamento e melhorei a relação comigo mesma, sou mais compassiva comigo e respeito meus limites e imperfeições. Me cobro muito menos.
Noélia Duera
Professora e Terapeuta Integrativa
Em 2017 fiquei doente com aplasia medular. Foi nessa época que conheci a Isabel, após ter saído do internamento hospitalar. Então, comecei a terapia de Reiki, que me ajudou muito, semana após semana, juntamente com o acompanhamento hospitalar, revitalizando-me. Em 2019, com a Isabel, conheci a terapia de Constelações Familiares, que tenho acompanhado sempre, porque me faz sentir muito bem. Ajuda-me a compreender melhor as minhas emoções e sentimentos, direcionados à família nuclear, e a mudar as minhas atitudes para o que virá a seguir. Em 2024, tive um evento onde teria de falar em público. Por isso, fiz com a Isabel a terapia de hipnose, sem ficar a dormir ou inconsciente, e que trouxe a solução para a minha falta de confiança. Esse evento correu muito bem. Sou muito grata por todas as terapias que fiz com a Isabel, pois é uma excelente terapeuta, com muita dedicação e amor ao próximo.
Fernanda Ramos
Conheço a Isabel, há muitos anos, mas como amiga, a
Isabel terapeuta, apenas "conheci" á cerca de 2 anos, altura em que tive um burnout, e estava a ser medicada para as crises de pânico e ansiedade. Foi numa festa de aniversário, numa conversa perfeitamente casual, que a Isabel me convidou a fazer constelações familiares com ela, nós as duas numa sessão, apesar de não fazer ideia do que se tratava, decidi ir, afinal qualquer coisa que me ajudasse a passar aquela fase, eu estava disposta a tentar. Obrigada Isabel, desde essa primeira constelação nunca mais tomei um único ansiolitico, já lá vão 2 anos. Volto sempre que faz sentido para mim, e é sempre uma redescoberta.
Armanda Lima